sexta-feira, 18 de abril de 2008

Continuação:

A Unidade escolar teve diferentes denominações, devido a inúmeras reformas educacionais, com os seguintes períodos:
*G.E.S.C. do “Bairro Crispim” (1971-1976)
*E.E.P.G. “Bairro do Crispim” (1976-1981)
*E.E.P.G. “Júlia de Castro Carneiro” (1981-1992)
*E.E.P.S.G. “Júlia de Castro Carneiro” (1992-1999)
*E.E. “Júlia de Castro Carneiro” (1999-presente data)

Continua na terça - feira

Bom Feriado*****

Caracterização da Unidade Escolar

A escola E.E. “Júlia de Castro Carneiro” localiza-se no Município de Itapecerica da Serra, SP. Sua clientela vem de famílias de nível econômico médio e baixo. A maioria dos alunos desta Unidade Escolar mora próximo do estabelecimento de ensino. Alguns, que moram mais distantes, utilizam o transporte escolar oferecido pela prefeitura municipal em parceria com a Secretaria Estadual de Educação. O bairro localiza-se numa região perigosa com alto índice de criminalidade, havendo também o desemprego como causa desta realidade. Pouco é feito pelo bairro, falta asfalto, segurança, saúde, saneamento básico e todas as coisas presentes em um bairro pobre da periferia de Itapecerica.
A Unidade funciona no período diurno, comportando o Ciclo II do Ensino Fundamental (manhã e tarde) e Ensino Médio (manhã) e no período noturno com o Ensino Médio regular e Educação de Jovens e Adultos (Fundamental e Médio).
A escola conta com o total de 1.885 alunos, 80 professores , 1 inspetores de alunos, 4 serventes, 04 auxiliares administrativos, 1 Diretor de Escola, 1 Vice Diretore e 2 Coordenadores Pedagógicos.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

PROVA

3,6 milhões de estudantes passam por avaliação de recuperação nesta terça-feira

Prova elaborada pela Secretaria de Estado da Educação definirá alunos que continuarão em recuperação

A Secretaria de Estado da Educação avalia amanhã, terça-feira, 15 de abril, o aprendizado dos 3,6 milhões de alunos de 5ª a 8ª e de Ensino Médio da rede estadual. Todos passaram por recuperação focada em matemática e língua portuguesa, nos 42 dias iniciais do ano letivo. Eles tiveram trabalho intensivo destinado às duas disciplinas, dentro das aulas das demais (geografia, história, ciências etc).

Elaborada pela Secretaria, a prova terá 40 questões de língua portuguesa e matemática, além de redação. Será aplicada pelos próprios professores das turmas, durante as aulas.

Os alunos que mantiverem dificuldades continuarão em recuperação, mas desta vez no contra-turno ou aos sábados, de acordo com a possibilidade da escola. A idéia é que uma vez por semana recuperem os conteúdos.

"Por 42 dias os alunos tiveram aulas com foco em recuperação de língua portuguesa e matemática. Agora vamos avaliar o resultado dessa iniciativa. E os estudantes que não atingiram o nível aceitável serão encaminhados para nova recuperação", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

A nova recuperação acontecerá em maio e junho. Se necessário, também pegará 15 dias de julho. "É foco total na recuperação de aprendizagem. Os alunos precisam aprender, seja na aula diária ou em recuperação", diz a secretária Maria Helena.

As classes desta nova recuperação serão de no máximo 20 alunos. Cada escola indicará o melhor dia para atender os alunos, sempre após o período de aulas.

Um exame diferente

O Enem é um exame individual, de caráter voluntário, oferecido anualmente aos estudantes que estão concluindo ou que já concluíram o ensino médio em anos anteriores. Seu objetivo principal é possibilitar uma referência para auto-avaliação, a partir das competências e habilidades que estruturam o Exame.
O modelo de avaliação adotado pelo Enem foi desenvolvido com ênfase na aferição das estruturas mentais com as quais construímos continuamente o conhecimento e não apenas na memória, que, mesmo tendo importância fundamental, não pode ser o único elemento de compreensão do mundo.
Diferentemente dos modelos e processos avaliativos tradicionais, a
prova do Enem é interdisciplinar e contextualizada. Enquanto os vestibulares promovem uma excessiva valorização da memória e dos conteúdos em si, o Enem coloca o estudante diante de situações-problemas e pede que mais do que saber conceitos, ele saiba aplicá-los.
O Enem não mede a capacidade do estudante de assimilar e acumular informações, e sim o incentiva a aprender a pensar, a refletir e a “saber como fazer”. Valoriza, portanto, a autonomia do jovem na hora de fazer escolhas e tomar decisões.

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